tem um coisa que me pega todo dia
quase no mesmo horário: incerteza.
não sei se seremos coisas grandes ou avencas
na vida um do outro.
nem quero ser grandiosa, quero só ser sua.
e quero você assim, meu.
Quinta-feira, 9 de Julho de 2009
Sexta-feira, 26 de Junho de 2009
tenho a tua manha debaixo dos meus cabelos,
porque guardo o cheiro da tua pele por debaixo de mim.
e só posso dizer que desconheço tudo que ando sentindo,
essa paz estranha de estar enfim ao teu lado e essa angustia
nas madrugadas em que não sei o que fazer.
então, respiro ao teu lado e me parece suficiente.
porque guardo o cheiro da tua pele por debaixo de mim.
e só posso dizer que desconheço tudo que ando sentindo,
essa paz estranha de estar enfim ao teu lado e essa angustia
nas madrugadas em que não sei o que fazer.
então, respiro ao teu lado e me parece suficiente.
Sábado, 13 de Junho de 2009
Deve existir um código de condutas entre as pessoas.
Isso se chama “bons modos”?
.
Mas é que cada vez mais meu coração diminui o ritmo.
Cada uma dessas coisas me faz te ver com outros olhos.
Às vezes nem te vejo mais. E não quero sentir nenhum frio na barriga.
De vez em quando eu queria achar que sim. Que eu quero e que tô aí,
E me dou conta de que não saí nem de dentro de mim mesma.
Não sou nada disso que dizem. Nada. Ainda não encontrei respostas pra isso.
Só sei que.
.
Eu desisto.
Isso se chama “bons modos”?
.
Mas é que cada vez mais meu coração diminui o ritmo.
Cada uma dessas coisas me faz te ver com outros olhos.
Às vezes nem te vejo mais. E não quero sentir nenhum frio na barriga.
De vez em quando eu queria achar que sim. Que eu quero e que tô aí,
E me dou conta de que não saí nem de dentro de mim mesma.
Não sou nada disso que dizem. Nada. Ainda não encontrei respostas pra isso.
Só sei que.
.
Eu desisto.
Domingo, 7 de Junho de 2009
Terça-feira, 2 de Junho de 2009
Sabe que ultimamente tenho acordado com uma estranha leveza
sob a pele e acho que tudo é resultado do exercício
de tentar viver calmamente dia por dia.
era só aquietar o juizo, tentar sentir o que cada dia me
proporciona.
e você me acha estranha por conseguir ser feliz ao lavar as roupas
e os pratos sujos na pia. Eu sou, fazer o quê?
mas sou mais estranha quando acorda dengosa, desejando abrir os olhos
e já te ter do lado pra sentir o teu cheiro mais perto.
Andei ensaiando textos que eu quero te falar quando te olhar nos
olhos, mas sei que quando isso acontecer só vou conseguir sorrir e
te abraçar como há tempos eu desejo.
E você me perguntou se eu tenho medo.
Eu digo bem baixinho que tenho sim,
mas digo baixo pro meu coração não ouvir e me fazer desistir.
medo eu tenho, mas é tarde demais pra pensar nisso.
Eu tenho muito mais é coragem pra amar.
sob a pele e acho que tudo é resultado do exercício
de tentar viver calmamente dia por dia.
era só aquietar o juizo, tentar sentir o que cada dia me
proporciona.
e você me acha estranha por conseguir ser feliz ao lavar as roupas
e os pratos sujos na pia. Eu sou, fazer o quê?
mas sou mais estranha quando acorda dengosa, desejando abrir os olhos
e já te ter do lado pra sentir o teu cheiro mais perto.
Andei ensaiando textos que eu quero te falar quando te olhar nos
olhos, mas sei que quando isso acontecer só vou conseguir sorrir e
te abraçar como há tempos eu desejo.
E você me perguntou se eu tenho medo.
Eu digo bem baixinho que tenho sim,
mas digo baixo pro meu coração não ouvir e me fazer desistir.
medo eu tenho, mas é tarde demais pra pensar nisso.
Eu tenho muito mais é coragem pra amar.
Sábado, 30 de Maio de 2009
Eu sempre acho que o amor vai nos matar.
Vai esperar o momento do sono cansado pra
enfiar aquele punhal gelado em nossas carnes quentes.
(que carnes quentes, meu amor!)
Vai esperar o momento do sono cansado pra
enfiar aquele punhal gelado em nossas carnes quentes.
(que carnes quentes, meu amor!)
Quarta-feira, 27 de Maio de 2009
Foram os dias mais chuvosos de todos os tempos
e não me pareceu que seria o fim do mundo.
Ou o fim de qualquer coisa. Nem sequer começo.
E confesso, foi apenas curioso estar ali tão perto e ao mesmo tempo,
longe léguas. Exatamente 2.528 Km.
Não tinha orgulho. Nem medo. Era só a sensação de que
um dia já foi alguma coisa. Ou de que um dia não foi lá essas coisas todas.
Só você que teve medo de não ser assim.
Eu nem sei como é, então como eu vou eu vou te dizer?
só sei.
e não me pareceu que seria o fim do mundo.
Ou o fim de qualquer coisa. Nem sequer começo.
E confesso, foi apenas curioso estar ali tão perto e ao mesmo tempo,
longe léguas. Exatamente 2.528 Km.
Não tinha orgulho. Nem medo. Era só a sensação de que
um dia já foi alguma coisa. Ou de que um dia não foi lá essas coisas todas.
Só você que teve medo de não ser assim.
Eu nem sei como é, então como eu vou eu vou te dizer?
só sei.
Quarta-feira, 20 de Maio de 2009
A gente prometeu não casar antes dos nossos vinte anos.
Nem dos trinta. Talvez dos quarenta,
mas ele acha que daqui a dez anos eu vou ter meus
cinco filhos e morar na casa grande cheia de bichos pra cuidar.
E eu acho que as expectativas foram criadas pra não serem atendidas.
Sim, porque se fosse tudo muito certinho não ia ter graça.
A gente tem que se acostumar com isso.
Ananda me disse: o futuro é o futuro.
E eu ainda tento aprender isso.
Nem dos trinta. Talvez dos quarenta,
mas ele acha que daqui a dez anos eu vou ter meus
cinco filhos e morar na casa grande cheia de bichos pra cuidar.
E eu acho que as expectativas foram criadas pra não serem atendidas.
Sim, porque se fosse tudo muito certinho não ia ter graça.
A gente tem que se acostumar com isso.
Ananda me disse: o futuro é o futuro.
E eu ainda tento aprender isso.
Domingo, 17 de Maio de 2009
Quando eu brigo e digo que você não pode desistir,
é porque não quero mais ver ninguém desistindo do amor.
Ou da possibilidade do amor, que na verdade, pode ser amor.
Ou não. Tudo é fifty-fifty e eu prefiro assim do que ter zero
por cento de chance de qualquer coisa bonita. E vai ser sempre
desse jeito, porque a gente nunca tem certeza de nada, acredite nisso, quem tem certeza de tudo é besta, digologo.
O bom mesmo é essa sensação de estar num barco em alto mar,
esse frio na barriga, esse medo constante de morrer
e a esperança acesa de tanto querer viver,
aí a gente desce numa praia deserta,
senta na beirinha d’água e simplesmente sente que é muito bom viver.
Eu ainda acho que é mais válido passar por tempestades do que ficar
esperando os dias passarem por falta de ter algo mais interessante pra viver.
Eu só queria que você não desistisse dessa vez, não dessa vez.
é porque não quero mais ver ninguém desistindo do amor.
Ou da possibilidade do amor, que na verdade, pode ser amor.
Ou não. Tudo é fifty-fifty e eu prefiro assim do que ter zero
por cento de chance de qualquer coisa bonita. E vai ser sempre
desse jeito, porque a gente nunca tem certeza de nada, acredite nisso, quem tem certeza de tudo é besta, digologo.
O bom mesmo é essa sensação de estar num barco em alto mar,
esse frio na barriga, esse medo constante de morrer
e a esperança acesa de tanto querer viver,
aí a gente desce numa praia deserta,
senta na beirinha d’água e simplesmente sente que é muito bom viver.
Eu ainda acho que é mais válido passar por tempestades do que ficar
esperando os dias passarem por falta de ter algo mais interessante pra viver.
Eu só queria que você não desistisse dessa vez, não dessa vez.
Quinta-feira, 14 de Maio de 2009
Sobre a distância
Te trago no solado das minhas botas e te derramo em pequenos pedaços por onde ando,
E em cada grão teu que eu deixo cair nasce uma gota da saudade das tuas ruas,
das tuas luzes que tanto gostava de observar.
Te trago no peito também, confesso.
E cada palavra que derramo é uma vontade de tornar meus desejos realidade:
caminhar pelas madrugadas silenciosas nas tuas ruas.
Ter medo e mesmo assim continuar, porque sei que me acolhes a cada amanhecer.
E mesmo que eu vá embora, sei que quando voltar, teu porto vai me receber de braços abertos.
Te trago no solado das minhas botas e te derramo em pequenos pedaços por onde ando,
E em cada grão teu que eu deixo cair nasce uma gota da saudade das tuas ruas,
das tuas luzes que tanto gostava de observar.
Te trago no peito também, confesso.
E cada palavra que derramo é uma vontade de tornar meus desejos realidade:
caminhar pelas madrugadas silenciosas nas tuas ruas.
Ter medo e mesmo assim continuar, porque sei que me acolhes a cada amanhecer.
E mesmo que eu vá embora, sei que quando voltar, teu porto vai me receber de braços abertos.
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